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Seja em casamentos em igrejas, no campo, na praia ou nos mais variados lugares, a escolha da música para a entrada da noiva é sempre uma decisão muito importante. A mais clássica delas, a marcha nupcial, é também a mais escolhida tanto por noivas mais tradicionais quanto pelas mais contemporâneas. Mas qual é a história por trás dessa música?!

Existem duas versões conhecidas da Marcha Nupcial e ambas são originárias de espetáculos teatrais. Uma faz parte da peça Lohengrin, composta por Richard Wagner em 1850, e a outra, de Sonho de uma Noite de Verão – escrita por William Shakespeare – composta por Felix Mendelssohn. Há quem diga que as marchas não deveriam ser utilizadas em casamentos e inclusive uma delas é vetada em algumas igrejas católicas, já que foi feita para a peça de Shakespeare, que narra uma história pagã.

Em 1858, a rainha Victoria se casou com o príncipe da Prússia Frederick William e escolheu o repertório musical colocando a Marcha Nupcial de Wagner para a entrada e a de Mendelssohn para a saída. Ela inovou também ao usar um vestido branco, já que, até então, usava-se somente vermelho ou dourado.

Já no quesito sentimento, Victoria foi a primeira de sua família a se casar por amor e não com um noivo escolhido pelos pais. Desde então, tanto a trilha sonora, quanto as roupas usadas nestas cerimônia, serviram de inspiração para muitas noivas ao redor do mundo até hoje.

Os casamentos reais sempre provocam fascínio ao redor do mundo. Como exemplo mais recente, temos a união de Kate Middleton e o príncipe William, cuja trilha sonora também serve de inspiração até hoje. Saiba mais aqui.

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